Reativar territórios: o corpo e o afeto na questão do projeto partici

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"A arquitetura é um meio para alcançar certos resultados coletivos." Essa frase de Lina Bo Bardi tão simples e tão profunda, já citada neste livro, poderia ser o nosso mantra ou uma canção de samba para ser dançada em roda. Ela precisa ressoar agora, mais uma vez, porque ela é capaz de vibrar nos corpos daquelas arquitetas e arquitetos que estão sentindo e buscando outros caminhos para exercer seus ofícios. E com ela não se pretende dizer que a materialidade não é importante ou que uma arquitetura não possa vir a ser uma criação artística de imensa qualidade, inclusive dentro dos termos da disciplina; mas essa frase-cantiga-de-roda nos possibilita afirmar que as forças que constituem a arquitetura, e os territórios nas quais ela atua, bem como seus efeitos, são muito mais amplas do que a sua materialidade física. Dito em outras palavras: os ambientes construídos podem ser um meio, uma oportunidade, um momento para nos reconectarmos com a experiência de habitar ou ao menos de nos fazer pensar, ensaiar, movimentar alguma prática nessa direção.
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